sexta-feira, 16 de abril de 2010

Teologia Relacional: um novo deus no mercado


Teologia Relacional: um novo deus no mercado






Por: Rev. Augustus Nicodemus Lopes



Os reflexos da onda gigante que provocou a tremenda catástrofe na Ásia no final de dezembro de 2004 alcançaram também os arraiais evangélicos, levantando, entre outras coisas, perguntas acerca de Deus, seu caráter, seu poder, seu conhecimento, seus sentimentos e seu relacionamento com o mundo e as pessoas diante de tragédias como aquela. Dentre as diferentes respostas, uma chama a atenção pela ousadia de suas afirmações: "Deus sofreu muito com a tragédia e certamente não a havia determinado ou previsto. Ele simplesmente não pôde evitá-la, pois Deus não conhece o futuro, não controla ou guia a história, e não tem poder para fazer aquilo que gostaria". Esta é a concepção de Deus defendida por um movimento teológico conhecido como teologia relacional, ou ainda, teísmo aberto ou teologia da abertura de Deus.

A teologia relacional, como movimento, teve início em décadas recentes, embora seus conceitos sejam bem antigos. Ela ganhou popularidade através de escritores norte-americanos como Greg Boyd, John Sanders e Clark Pinnock. No Brasil, estas idéias têm sido assimiladas e difundidas por alguns líderes evangélicos, às vezes de forma aberta e explicita.

A teologia relacional considera a concepção tradicional de Deus como inadequada, ultrapassada e insuficiente para explicar a realidade, especialmente catástrofes como o tsunami de dezembro de 2004, e se apresenta como uma nova visão sobre Deus e sua maneira de se relacionar com a criação.
Seus pontos principais podem ser resumidos desta forma:

1. O atributo mais importante de Deus é o amor. Todos os demais estão subordinados a este. Isto significa que Deus é sensível e se comove com os dramas de suas criaturas.

2. Deus não é soberano. Só pode haver real relacionamento entre Deus e suas criaturas se estas tiverem, de fato, capacidade e liberdade para cooperarem ou contrariarem os desígnios últimos de Deus. Deus abriu mão de sua soberania para que isto ocorresse. Neste sentido, ele é incapaz de realizar tudo o que deseja, como impedir tragédias e erradicar o mal. Contudo, ele acaba se adequando às decisões humanas e ao final, vai obter seus objetivos eternos, pois redesenha a história de acordo com estas decisões.

3. Deus ignora o futuro, pois ele vive no tempo, e não fora dele. Ele aprende com o passar do tempo. O futuro é determinado pela combinação do que Deus e suas criaturas decidem fazer. Neste sentido, o futuro inexiste, pois os seres humanos são absolutamente livres para decidir o que quiserem e Deus não sabe antecipadamente que decisão uma determinada pessoa haverá de tomar num determinado momento.

4. Deus se arrisca. Ao criar seres racionais livres, Deus estava se arriscando, pois não sabia qual seria a decisão dos anjos e de Adão e Eva. E continua a se arriscar diariamente. Deus corre riscos porque ama suas criaturas, respeita a liberdade delas e deseja relacionar-se com elas de forma significativa.

5. Deus é vulnerável. Ele é passível de sofrimento e de erros em seus conselhos e orientações. Em seu relacionamento com o homem, seus planos podem ser frustrados. Ele se frustra e expressa esta frustração quando os seres humanos não fazem o que ele gostaria.

6. Deus muda. Ele é imutável apenas em sua essência, mas muda de planos e até mesmo se arrepende de decisões tomadas. Ele muda de acordo com as decisões de suas criaturas, ao reagir a elas. Os textos bíblicos que falam do arrependimento de Deus não devem ser interpretados de forma figurada. Eles expressam o que realmente acontece com Deus.
Estes conceitos sobre Deus decorrem da lógica adotada pela teologia relacional quanto ao conceito da liberdade plena do homem, que é o ponto doutrinário central da sua estrutura, a sua "menina dos olhos". De acordo com a teologia relacional, para que o homem tenha realmente pleno livre arbítrio suas decisões não podem sofrer qualquer tipo de influência externa ou interna. Portanto, Deus não pode ter decretado estas decisões e nem mesmo tê-las conhecido antecipadamente. Desta forma, a teologia relacional rejeita não somente o conceito de que Deus preordenou todas as coisas (calvinismo) como também o conceito de que Deus sabe todas as coisas antecipadamente (arminianismo tradicional). Neste sentido, o assunto deve ser entendido, não como uma discussão entre calvinistas e arminianos, mas destes dois contra a teologia relacional. Não poucos lideres calvinistas e arminianos no âmbito mundial têm considerado esta visão da teologia relacional como alheia ao Cristianismo.

A teologia relacional traz um forte apelo a alguns evangélicos, pois diz que Deus está mais próximo de nós e se relaciona mais significativamente conosco do que tem sido apresentado pela teologia tradicional. Segundo os teólogos relacionais, o Cristianismo histórico tem apresentado um Deus impassível, que não se sensibiliza com os dramas de suas criaturas. A teologia relacional, por sua vez, pretende apresentar um Deus mais humano, que constrói o futuro mediante relacionamento com suas criaturas. Os seres humanos são, dessa forma, co-participantes com Deus na construção do futuro, podendo, na verdade, determiná-lo por suas atitudes.

Contudo, a teologia relacional não é novidade. Ela tem raízes em conceitos antigos de filósofos gregos, no socinianismo (que negava exatamente que Deus conhecia o futuro, pois atos livres não podem ser preditos) e especialmente em ideologias modernas, como a teologia do processo. O que ela tem de novo é que virou um movimento teológico composto de escritores e teólogos que se uniram em torno dos pontos comuns e estão dispostos a persuadir a Igreja Cristã a abandonar seu conceito tradicional de Deus e a convencê-la que esta "nova" visão de Deus é evangélica e bíblica.

Mesmo tendo surgido como uma reação a uma possível ênfase exagerada na impassividade e transcendência de Deus, a teologia relacional acaba sendo um problema para a igreja evangélica, especialmente em seu conceito sobre Deus. Muito embora os evangélicos tenham divergências profundas em algumas questões, reformados, arminianos, wesleyanos, pentecostais, tradicionais, neopentecostais e outros, todos concordam, no mínimo, que Deus conhece todas as coisas, que é onipotente e soberano. Entretanto, o Deus da teologia relacional é totalmente diferente daquele da teologia cristã. Não se pode afirmar que os aderentes da teologia relacional não são cristãos, mas sim que o conceito que eles têm de Deus é, no mínimo, estranho ao cristianismo histórico.

Ao declarar que o atributo mais importante de Deus é o amor, a teologia relacional perde o equilíbrio entre as qualidades de Deus apresentadas na Bíblia, dentre as quais o amor é apenas uma delas. Ao dizer que Deus ignora o futuro, é vulnerável e mutável, deixa sem explicação adequada dezenas de passagens bíblicas que falam da soberania, do senhorio, da onipotência e da onisciência de Deus (Is 46.10a; Jó 28; Jó 42.2; Sl 90; Sl 139; Rm 8.29; Ef 1; Tg 1.17; Ml 3.6; Gn 17.1; etc). Ao dizer que Deus não sabia qual a decisão de Adão e Eva no Éden, e que mesmo assim arriscou-se em criá-los com livre arbítrio, a teologia relacional o transforma num ser irresponsável. Ao falar do homem como co-construtor de Deus de um futuro que inexiste, a teologia relacional esquece tudo o que a Bíblia ensina sobre a Queda e a corrupção do homem. Ao fim, parece-nos que na tentativa extrema de resguardar a plena liberdade do arbítrio humano, a teologia relacional está disposta a sacrificar a divindade de Deus. Ao limitar sua soberania e seu pleno conhecimento, entroniza o homem livre, todo-poderoso, no trono do universo, e desta forma, deixa-nos o desespero como única alternativa diante das tragédias e catástrofes deste mundo e o ceticismo como única atitude diante da realidade do mal no universo, roubando-nos o final feliz prometido na Bíblia. Pois, afinal, poderá este Deus ignorante, fraco, mutável, vulnerável e limitado cumprir tudo o que prometeu?

Com certeza a visão tradicional de Deus adotada pelo Cristianismo histórico por séculos não é capaz de responder exaustivamente a todos os questionamentos sobre o ser e os planos de Deus. Ela própria é a primeira a admitir este ponto. Contudo, é preferível permanecer com perguntas não respondidas a aceitar respostas que contrariam conceitos claros das Escrituras. Como já havia declarado Jó há milênios (42.2,3): "Bem sei que tudo podes, e nenhum dos teus planos pode ser frustrado. Quem é aquele, como disseste, que sem conhecimento encobre o conselho? Na verdade, falei do que não entendia; coisas maravilhosas demais para mim, coisas que eu não conhecia."

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Introdução e Síntese do Novo Testamento - Gerhard Hörster

O presente livro pretende ser duas coisas: síntese e introdução.
Que querem dizer esses dois conceitos? A síntese apresenta o conteúdo dos livros bíblicos, nesse caso os livros do Novo Testamento. Ela desenvolve esboços pelos quais o leitor da Bíblia pode aprender com mais eficiência a seqüência de idéias de um dado livro do Novo Testamento. O objetivo nessa parte do livro não é dar o significado dessa seqüência de idéias, mas somente apresentá-la.
Prefácio à Introdução e Síntese do Novo Testamento

O presente livro pretende ser duas coisas: síntese e introdução. Que querem dizer esses dois conceitos?
A síntese apresenta o conteúdo dos livros bíblicos, nesse caso os livros do Novo Testamento. Ela desenvolve esboços pelos quais o leitor da Bíblia pode aprender com mais eficiência a seqüência de idéias de um dado livro do Novo Testamento. O objetivo nessa parte do livro não é dar o significado dessa seqüência de idéias, mas somente apresentá-la. Na medida em que a divisão em capítulos contribuir para se alcançar esse objetivo, ela ajuda o estudante da Bíblia a aprender os conteúdos de cada livro do Novo Testamento com base nos capítulos. A parte da síntese destaca os versículos-chave que fazem parte do conhecimento bíblico básico. O leitor deve sublinhar esses versículos na sua Bíblia e também memorizá-los com a respectiva referência. Além disso, nessa síntese ainda foram formuladas algumas afirmações-chave para cada escrito do Novo Testamento. Isso contribuirá para que o conteúdo de cada escrito possa ser melhor fixado na mente do estudante.

A Introdução trata os livros bíblicos como documentos antigos. Ela tenta responder a perguntas sobre o autor, a data e o local em que foram escritos. Procura elucidar, até onde é possível, o contexto e fundo histórico dos escritos. Examina as características literárias dos livros: Que é um evangelho? Existe no mundo antigo algo comparável a Atos dos Apóstolos? A que tipo de correspondências pertencem as cartas do Novo Testamento? O que o Apocalipse de João tem em comum com apocalipses semelhantes do contexto judaico da época? Na medida em que, em relação aos livros bíblicos, informações de fontes escritas ou orais foram processadas, a introdução tenta estabelecer a relação entre as fontes e a forma final do texto bíblico. Nos trechos em que observações sobre esse aspecto se fizerem necessárias, estas serão encontradas na parte intitulada "Unidade". Acima de tudo, o que interessa é descrever o objetivo teológico, isto é, a mensagem de cada escrito bíblico.

A síntese e a introdução a cada livro do NT serão apresentadas —sempre que fizer sentido— de acordo com o seguinte esboço:

01. Conteúdo
02. Divisão, versículos-chave, afirmações-chave
03. Gênero literário
04. Contexto histórico
05. Ênfases teológicas
06. Unidade
07. Autor
08. Destinatário(s)
09. Local e data
10. Comentários


 (Esse material foi extraido do Blog E-Book's para o Blog da Turma do primeiro Ano - STBNET)

História do Cristianismo - A. Knight & W. Anglin

Dos apóstolos do Senhor Jesus ao século XX
História do Cristianismo sintetiza os dramas e as glórias vividas pela Igreja de Cristo até o século XX.
Tácito assim descreve as perseguições aos cristãos na época de Nero: "Alguns foram vestidos com peles de animais ferozes, e perseguidos por cães até serem mortos; outros envolvidos em panos alcatroados, e depois incendiados ao pôr-do-sol, para que pudessem servir de luzes para iluminar a cidade durante a noite".


Em linguagem simples e comovedora, este livro revela muitas das atrocidades e injustiças cometidas contra os baluarte da fé cristã, os quais permaneceram fiéis até a morte, não se esquecendo das palavras do Mestre: "No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (Jô 16.33).
Índice do Livro:

1.      Primeiro século da Era Cristã
2.      Segundo século da Era Cristã
3.      Quinta e sexta perseguições gerais
4.      Sétima e oitava perseguições gerais
5.      Nona e décima perseguições gerais
6.      Quarto século da Era Cristã
7.      Período semelhante a Pérgamo
8.      Período semelhante a Tiatira
9.      Nestorianos, paulícios e maometanos
10.    Idolatria romana e o poder papal
11.    Período mais tenebroso da Idade Média
12.    Depois do ano do terror
13.    Primeira cruzada
14.    Da segunda à quarta cruzada
15.    Da quinta à oitava cruzada
16.    Perseguição na Europa e a Inquisição
17.    Influência papal sobre a Reforma
18.    O princípio da Reforma
19.    Os reformadores antes da Reforma
20.    Lutero e a reforma alemã
21.    Zwínglio e a reforma suíça
22.    Zelo de Lutero na Reforma
23.    0 formalismo depois da Reforma
24.    Período semelhante a Sardo
25.    Reforma na França e Suíça francesa
26.    Reforma na Itália e outros países europeus
27.    Reforma inglesa, no reinado de Henrique VIII
28.    Auxílios e obstáculos à reforma inglesa
29.    Reforma nos reinados de Eduardo VI, Maria e Isabel
30.    História da Igreja desde a Reforma


1
Primeiro século da Era cristã

A história da Igreja de Deus tem sido sempre, desde a era apostólica até o presente, a história da graça divina no meio dos erros dos homens. Muitas vezes se tem dito isso, e qualquer pessoa que examine essa história com atenção não pode deixar de se convencer que assim é.
Lendo as Epístolas do Novo Testamento vemos que mesmo nos tempos apostólicos o erro se manifestou, e que a inimizade, as contendas, as iras, as brigas e as discór­dias, com outros males, tinham apagado o amor no coração de muitos crentes verdadeiros.
Deixaram as suas primeiras obras e o seu primeiro amor e alguns que tinham principiado pelo espírito, pro­curavam depois ser aperfeiçoados pela carne.
Mas havia muito mais do que isso. Não somente exis­tiam alguns verdadeiros crentes em cujas vidas se viam muitas irregularidades, e que procuravam, pelas suas pa­lavras, atrair discípulos a si, como também havia outros que não eram de modo algum cristãos, mas que entraram despercebidamente entre os irmãos, semeando ali a discór­dia. Isto descreve o estado de coisas a que se referem os primeiros versículos do capítulo dois de Apocalipse, na carta escrita ao anjo da igreja em Éfeso.


(Esse material foi extraido do Blog E-Book's para o Blog da Turma do primeiro Ano - STBNET)

1º Parte - Organização da Monografia

Olá Irmãos, Graça e Paz 
A partir de hoje, a pedido de alguns irmãos, faremos um série de post's e dicas para auxiliar os alunos, no trabalho de monografia para a matéria de Metodologia Científica, cujo tema é: "A Família do Primeiro Século" ou "Família do Novo Testamento"
Nesta série iremos disponibilizar esclarecimentos de alguns pontos do livro: "Metodologia do Trabalho Científico", quadros de montagem de projetos, e alguns exemplos de: Capas de trabalho, sumário, índices e monografias.
Além de todos os slides que o professor Luiz Carlos utiliza em classe, também disponibilizaremos alguns livros que poderão ajudar o aluno na montagem de sua bibliografia para o trabalho.
1º Parte - Organização da Monografia
É muito importante que o aluno antes de começar a pesquisa, ou a organização estrutural do trabalho, comece uma organização de sua monografia. Organizar sua monografia, em primeiro lugar é observar e entender de forma clara o tema proposto pelo professor. Isso deve ser feito com outros companheiros de turma e principalmente com o professor que acompanhará o projeto. Neste caso não fique em dúvidas! Fale com o professor, esclareça os pontos, para não correr o risco de começar um trabalho errado. Lembrando que o aluno deve esclarecer não somente o tema, mas também as adequação às normas de apresentação do mesmo, pois de nada adiantará se você empenhar todos os seus esforços no desenvolvimento do tema se na hora de apresentá-lo ele não estiver dentro dos padrões estabelecidos pela ABNT. (Segue abaixo o e-mail do professor Luiz Carlos para dúvidas: luizksouza@yahoo.com.br )
Além de esclarecer o tema, o aluno deve como fator primário para o desenvolvimento de uma monografia, estabelecer um alvo. Criar um cronograma de trabalho ajudará o aluno a desenvolver uma organização para vida acadêmica. Acima criamos um quadro de organização de monografia. Você poderá usá-lo como modelo para inicialização de seu trabalho, prevendo de forma muito dinâmica e organizada o período do término. Você poderá adequar a sua realidade de estudos, três dias para levantamento de leitura, cinco para montagem do projeto, cinco para coleta de dados bibliográficos, etc...
Que esse quadro possa lhe ajudar a programar de forma eficaz seus estudos.
Soli Deo Gloria
Turma do Primeiro Ano.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Professor: Elias Lopes

Casado com Monica, tem um casal de filhos, Isabela e João Victor. Graduado em Teologia pelo STBNET/Mackenzie, exerce atualmente os ministérios de evangelista da Igreja  Evangélica Assembléia de Deus, ministério do Belém-SP, e do ensino teológico na  FAESP e no STBNET. Faço da reflexão teológica de cada dia uma oportunidade para abandonar a superficialidade corporativa da fé. O professor Elias Lopes além de suas funções como evangelista e professor de teologia, também é autor dos livros: Vida Cristã Abundante e Enquanto Cristo não Vem. Além de vários comentários e artigos sobre vida cristã e apologética.

Comentário da Turma:
O professor Elias Lopes além de ensinar todas as principais regras da interpretação Bíblica, ensina também a teologia do carater cristão. Nossas aulas com o profesor Elias, têm sido totalmente gratificante, pois além do ensino teologico o mesmo nos trás uma palavra de conforto e fortalecimento sobre pratica cristã, e carater ministerial. 

O professor Elias alcançou tanto prestigio com seus metodos de ensino, e sua firmaza e inflexibilidade contra as condutas de um falso cristianismo, que uma de suas frases foi posta na galeria de eriditos no blog da turma, ao lado de homens como: Ambrosio de Milão, João Calvino, Eneas Tognini, Charles Haddon Spurgeon, Francis Schaeffer, Agostinho de Hipona e outros. Cremos que Elias Lopes, é um exemplo de um erudito piedoso de nosso tempo, arrisco-me até dizer que Elias Lopes é um exemplo de Puritano do século 21.

Que Deus continue abençoando sua vida.

Soli Deo Gloria

Turma do Primeiro Ano.

Professor: William Lessa

Pr. William Lessa, nasceu em 04 de Abril 1965 na cidade de São Paulo - SP Filho de Italianos e Portugueses, imigrantes que consolidaram o crescimento de São Paulo. Casado com Ieda Norman Cardoso Lessa, tendo sido agraciado por Deus com dois filhos, Marcos Vinicius Lessa e Isabelle Lessa. Sua conversão deu-se em 1982, na Igreja Batista do Povo, na ocasião presidia o Rev. Enéas Tognini (Presidente da Socidade Bíblica Brasileira), neste ministério exerceu a função de Líder de mocidade, louvor e ministrou aulas na EBD para classe dos jovens. 
Em 1986, inicou seu ministério na área da educação teológica; fez Seminário Teológico Batista Nacional - STBNET, com complementação e validação do curso na Faculdade Metodista de São Paulo, graduado em Ci&ecircncias da Educação Religiosa. Dando prosseguimento a carreira educacional fez dois mestrados em Teologia do Antigo Testamento e Teologia Sistemática-Soteriologia "scritu sensu" na Faculdade Philadelfia - EUA. Consolidou suas pesquisas na área Teologica graduando-se em Aconselhamento Pastoral e Psicologia Pastoral, pelo ICP - Instituto Cristão de Pesquisas. Secularmente é formado pela UNG, em Administração com &ecircnfoque em Gestão de Pessoas. O amado pastor é autor de duas obras literárias "José o Amado em 1996" e "Deus dos Antigos em 1997", existem outras obras literárias em prelo para edição. Atualmente é professor do Seminário Teológico Batista Nacional - STBNET há 19 anos, ministrando a cadeira de Antigo Testamento, e no Facetheos - Faculdade de Ensino e Cultura de Osasco há 6 anos (área de Antigo Testamento e Teologia Sistemática), foi professor em outras entidades tais como: Instituto Betel de Ensino - IBES, Faculdade Betshalom, Seminário Igreja de Deus, Escola de Profetas, Instituto Renascente entre outros. Palestrante e Conferencista na área de gestão e formação de grupos de liderança. Presidente da Igreja Batista da Comunhão desde 2004 a 2010, cuja a visão está focada em promover crescimento e maturidade através do conhecimento da Palavra de Deus e praticar suas instruç&otildees para que tenhamos uma Igreja forte e conhecedora da verdade.

Comentário da Turma:
O Professor William Lessa, é um dos professores mais polêmicos que temos no Seminário. É impossível ficar indiferente diante das exposições e teses defendidas e ensinadas  nas aulas do professor Willian Lessa. Um professor apaixonado pelos mistérios contidos no Antigo Testamento, que por meio de suas exposições consegue nos transportar o ouvinte da sala de aula, para o cenário do acontecimento narrado pelo mesmo. Além do grande poder de persuasão, o professor William Lessa é uma pessoa transparente que demonstra de forma muito notável seus sentimentos, quando gosta ou não de algo, quando algo lhe encomoda etc.

Agradecemos a Deus por tê-lo como professor.

Que Deus continue lhe abençoando.

Soli Deo Gloria

Turma do Primeiro Ano.
Related Posts with Thumbnails

Fotos: Geografia Bíblica

Pensamentos da Semana

  • "A Lei foi dada para que se implore a graça; a graça foi dada para que se observe a lei." (Agostinho de Hipona)
  • "Não estamos no evangelho da prosperidade, e sim no evangelho da pobreza, nós vivemos do que temos, não com o gostariamos de ter" (Enéas Tognini)
  • "Só usamos o termo "Calvinista" como apelido...A doutrina que chamamos de Calvinismo, é a mesma que encontramos nos escritos de Agostinho, que é a mesma dos escritos do Apóstolo Paulo, que é a mesma ensinada por Cristo...o Calvinismo é o evangelho e nada mais" (Charles Spurgeon)
  • Ao olhar-se no espelho de Romanos 3 verá que está descrito em termos nada louváveis à sua justiça própria, mas ali estará descrito como morto, guiado pelos espíritos malignos, distanciado de Deus, nas trevas, pecaminoso e condenado" (Elias Lopes)
  • “Não oraremos de uma maneira correta a menos que a preocupação por nossa própria salvação e zelo pela glória de Deus sejam inseparavelmente entrelaçados em nossos exercícios.” (João Calvino)