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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Primeira Vigem MIssionária de Paulo - Principais Ocorrências


PRIMEIRA VIAGEM MISSIONÁRIA DE PAULO – Principais Ocorrências

Certamente o Apóstolo Paulo foi o maior teólogo, e missionário que pisou nesta terra, depois do Senhor Jesus.
Esse grande homem de Deus foi incumbido de levar o evangelho aos gentios, essa missão não foi fácil, foi plantada com lagrimas, porém seus frutos germinaram, e chegou a nós, para que sigamos seu exemplo no serviço missionário do reino de Cristo.

A igreja de Cristo teve inicio com Barnabé (Atos 13.1-12), porém foi fortemente fundamentada por Paulo em suas viagens missionárias. Veremos agora as principais ocorrências e lugares visitados por Paulo em sua primeira viagem missionária.

Antioquia da Síria: Cidade estabelecida no Sul da Ásia Menor. Foi fundada por Seleuco I, e recebeu esse nome em homenagem a seu pai Antíoco. Por exercer grande influencia cultural e política, sobre as regiões vizinhas, Antioquia tornou-se uma base importante para as missões evangelísticas (Atos 13.42-49).
Para Antioquia da Síria, seguiam Paulo e Barnabé, que levou consigo a Marcos seu primo. Por ali permaneceram ministrando a palavra como era de costume. Além de Barnabé e Paulo, havia naquela igreja outros três talentos ou mestres: Lúcio de Cirene, Simão por Sobrenome Niger (Negro). Alguns teólogos identificam este como sendo Simão Cireneu (Lucas 23.26), e Manaém, colaço de Herodes Antipas. Esse Manaém é provavelmente o neto do Manaém citado por Josefo como favorito de Herodes o Grande. Identificado pela maioria dos teólogos como a maior fonte de informações prestadas a Lucas, sobre os acontecimentos nos Atos acerca da família de Herodes.
É neste cenário que o Espírito Santo mostra outra obra para a igreja de Antioquia, pedindo que separem a Barnebé e Saulo (Apostolo Paulo). O texto nos dia que o Espírito Diz, entendemos que por meio de um intermediário (Veremos mais sobre a forma de revelação de Deus no novo Testamento no módulo de Bibliologia).
Partindo de Selêucia, porto de Antioquia, foram para ilha de Chipre, local onde Barnabé era natural, atravessando-a de leste a oeste, chegaram a Pafos.

Pafos: Nesta cidade, Paulo e Barnabé se deparam com o mágico Barjesus, que pertencia às pessoas mais próximas do procônsul da província Paulo Sergio. Barjesus ou Elimas como se traduzia o seu nome (Atos 13.8), temia que os missionários ganhassem espaço com o procônsul, dando fim a seu oficio de mágico da corte, este tentava impedir o progresso da Palavra de Deus. Porém a bíblia nos relata que Paulo cheio do Espírito Santo repreende a Elimas e o cega temporariamente. A partir deste texto efetivamente vemos Saulo ser chamado pelo seu cognome Paulo (Lat. Paullus).

Perge: De Chipre o grupo atravessou de navio para Ásia Menor, onde João Marcos abondonou o grupo voltando para Jerusalém. Não temos o real motivo que levou Marcos a deixar a viagem missionária, porém alguns afirmam que o mais provável era a pouca idade e a falta de experiência que o levou a ter saudades de casa. Outros especulam que o motivo de sua volta é devido ao contágio com a malária, nos terrenos baixos e alagadiços, próximos do litoral de Perge.

Antioquia da Pisídia: Sem João Marcos, agora Paulo e Barnabé, seguem para o interior em direção a Antioquia da Pisídia, uma colônia romana da província da Galácia. Onde ficaram por algum tempo. A passagem dos missionários nesta cidade foi marcada pelo grande sermão de Paulo pregado neste local. No primeiro sábado após chegarem a cidade, Paulo e Barnabé se dirigiram a uma sinagoga, onde os chefes da sinagoga fizeram a leitura da lei e dos profetas, convidando-os a dizer alguma palavra de exortação que tivessem aos presentes. Então Paulo levantando-se falou. Paulo faz um sermão narrativo começando pelo livramento que Deus operara em prol do povo de Israel, esboçando a história de Moises à Davi, passando por João Batista chegando até o prometido Messias.
A pregação de Paulo teve grande aceitação principalmente pelos gentios que frequentavam os lugares de cultos judaicos, gentios descritos por Lucas como “tementes a Deus”. Ficaram atraídos sobretudo com a anuncio que Paulo havia feito sobre perdão de pecados mediante a Cristo, e por esse motivo pediram que lhes falassem outra vez no sábado seguinte. Isso causou muita inveja nos judeus da dispersão, estes causaram tanta oposição que Paulo e Barnabé tiveram que deixar a cidade, porém um numeroso grupo de gentios se renderam a fé em Cristo.

Icônio, Listra e Derbe: Deixando Antioquia da Pisídia, partiram para Icônio, cuja sinagoga pregaram a Palavra de Deus, e o resultado foi a conversão de muitos, tanto judeus como gentios. Porém foram obrigados a deixar a cidade da mesma maneira como acontecera antes em Antioquia. Foram para Listra, outra colônia romana, onde Paulo cura um aleijado de nascença, causando grande impacto religioso na população, que acreditavam ter recebido a visita dos deuses, e preparavam-se para prestar honras divinas aos missionários, chamando a Barnabé de Júpiter e Paulo de Mercúrio, referencia ao culto de Zeus = Júpiter e Hermes = Mercúrio. Após persuadi-los a não fazerem tal coisa, Paulo aproveitou a ocasião para instruir a multidão na verdade acerca de único Deus verdadeiro.
A passagem de Paulo e Barnabé em Listra foi abreviado devido à chegada de alguns judeus de Antioquia da Pisídia e de Icônio, que criaram um tumulto, e Paulo que a pouco havia sido tratado como um mensageiro dos imortais, agora é tratado brutalmente, com apedrejamento e é retirado da cidade como morto.
Quando Paulo revive, ele e seu companheiro partem para Derbe cidade vizinha, onde estabeleceram uma igreja.
Em seu retorno Paulo e Barnabé voltam por Listra, Icônio e Antioquia da Pisídia, encorajando os novos discípulos e consolidando as igrejas estabelecendo presbíteros em cada uma delas. Dirigindo-se para o litoral pegaram um barco com destino a Antioquia da Síria para prestar contas de tudo o que havia ocorrido na missão.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

2ª VIAJEM MISSIONÁRIA DE PAULO - LOCAIS E OCORRÊNCIAS - GEO. BÍBLICA

2ª VIAJEM MISSIONÁRIA DE PAULO – LOCAIS E OCORRÊNCIAS

STBNET – PROF. CARLOS AKIO

 

 

1.       ANTIOQUIA DA SIRIA:

·         Local de partida com Paulo e Silas.

·         Barnabé queria levar João Marcos, mas Paulo não aceitou, pois João Marcos havia desistido da primeira viajem.

·         Houve grande discussão entre Paulo e Barnabé

 

2.       LISTRA:

·         Timóteo junta-se a Paulo e Silas.

·         Timóteo é circuncidado por conta dos judeus, e sua mãe era judia.

 

3.       TROADE:

·         Paulo teve uma visão onde um anjo pede para que ele passe para macedônia

·         Lucas passa a ser parte integrante e atuante desta viagem At 16.10

 

4.       FILIPOS:

·         Lidia se converte e foi batizada.

·         Paulo expulsa o espírito adivinhador de uma jovem.

·         Paulo e Silas foram açoitados e presos com os pés no tronco. Por volta da meia noite Paulo e Silas cantavam e oravam, e sobreveio um grande terremoto e abriram TODAS as portas das prisões.

·         O carcereiro e sua família se convertem e se batizam.

 

5.       BERÉIA:

·         Os bereianos eram mais nobres, pois receberam a palavra com toda avidez. Examinando as Escrituras todos os dias.

·         Houve conversões de muitos homens e mulheres gregas de alta posição.

 

6.       ATENAS:

·         Paulo foi ao Areópago. Houve conversão de alguns homens, entre eles estavam Dionísio o areopagita, e uma mulher chamada Damaris.

 

7.       CORINTO:

·         Paulo encontra Áquila e sua esposa Priscila.

·         Paulo trabalhou 18 meses e retornou.

 

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Geográfia Biblica - Dilúvio (Prova - Dia 06/11)

DILÚVIO



Definição: Grande Inundação.
Neste post colocaremos além da matéria definida para estudo da prova do dia 06/11 - Prof. Carlos Akio, colocaremos também alguns argumentos sobre a possibilidade de uma diluvio parcial. Embora essa não seja um posicionamento ortodoxo, e nem o defendido pelo seminário, colocaremos apenas para enriquecimento dos seminaristas e para formação de ideias.

Matéria para Prova do Prof Carlos Akio - Dia 06/11/10

O dilúvio foi universal!

Evidencias do Dilúvio:
  1. Gn 7.11 - Romperam-se TODAS as fontes do grande abismo
"Porque eis que eu trago um dilúvio de águas sobre a terra, para desfazer toda a carne em que há espírito de vida debaixo dos céus; tudo o que há na terra expirará" Gn 6.17

   2. Jesus e outros autores do Novo Testamento confimaram a posição literal do texto expresso em Genesis.

"Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, E não o perceberam, até que veio o dilúvio, e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem" Mt 24.38-39

"E, como aconteceu nos dias de Noé, assim será também nos dias do Filho do homem. Comiam, bebiam, casavam, e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e veio o dilúvio, e os consumiu a todos" Lc 17.26-27

"E não perdoou ao mundo antigo, mas guardou a Noé, pregoeiro da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios" II Pe 2.5

Causas do Dilúvio:

Grande pecado da humanidade:

"E viu o SENHOR que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era só má continuamente" Gn 6.5

Quem foi salvo no dilúvio?

Dentre os seres humanos, apenas 8 pessoas: Noé, Cão, Sem Jafé, e suas esposas.
Segue abaixo origem destas nações - Obs.: Isso mão é matéria de prova, é apenas informações para enriquecimento dos seminaristas

a) JAFÉ – Gn 10.2-5

· Gômer: Celtas e Cimbros (franceses / ingleses/ alemães / dinamarqueses)
· Magogue: Russos e Citas (Antigos países da URSS)
· Medal: Medos e Persas (iraniano)
· Javã: Gregos
· Tubal: Russos (Proximidades do Azerbaijão)
· Meseque: Russos
· Tiras: Trácios (bulgaros)

b) Cão (Cã ou Cam) – Gn 10.6-20

· Cuxe: Etíopes (Sudaneses)
· Mizraim: Egípcios
· Pute: Líbios
· Canaã: Cananeus (Israelenses e Palestinos)

c) SEM – Gn 10.21-31
· Elão: Elamitas (Iranianos)
· Assur: Assírios (Iraquianos)
· Arfaxade: Caldeus (Iraquianos e kwaitianos)
· Lude: Lídia (Turcos)
· Arã: Sírios ou arameus (Sírios)
 
 
Duração do dilúvio:
 
Segundo Carlos Akio, o dilúvio durou exatos 371 dias
 
"No ano seiscentos da vida de Noé, no mês segundo, aos dezessete dias do mês, naquele mesmo dia se romperam todas as fontes do grande abismo, e as janelas dos céus se abriram" GN 7.11
 
"E no segundo mês, aos vinte e sete dias do mês, a terra estava seca" Gn 8.14
 
Quadro aplicado em sala de aula:
 
                Anos da vida de Noé         Mês            Dia
Gn 7.11               600                   Segundo           17
Gn 8.14               601                   Segundo           27
                         1 Ano                                         11       Diferença
 
Obs.: Como chegamos em 371, é um mistério! O Prof Carlos Akio pediu que consultemos o Livro de Geografia do Pr. Enéas Tognini. Como a leitura obrigatória era o "Geografia da Terra Santa" Vol. I, para o primeiro semestre, não comprei o Vol. II, por esse motivo não tive como colocar as contas feitas pelo Pr. Enéas Tognini.
Caso um irmão solidário queira nos ajudar, peço que poste essas contas no comentário deste post, ou o próprio Prof. Carlos Akio, que é leitor assíduo deste Blog.
 
Quanto levou a Arca levou para ser construída?
 
A Arca levou 120 anos para ser construída.
 
"Então disse o SENHOR: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos" Gn 6.3
 
Quais as dimensões da Arca?
 
180m de comprimento, 30m de largura, 18m de altura
 
QUESTÕES INTERESSANTES PARA SE PENSAR A CERCA DO DILÚVIO
Obs.: O texto abaixo NÃO compõem a matéria para prova.
 
Segue abaixo alguns argumentos sobre a possibilidade de um dilúvio parcial. Esse comentário foi tirado do Blog: Geografia Bíblica do Prof: Eber Ventura, Presbítero da Assembléia de Deus em Petrópolis. Professor da matéria de Geografia Bíblica do Curso básico em Teologia do IETEP (Instituto de Ensino Teológico de Petrópolis). Bacharel em Teologia
 
Argumentos em prol de um dilúvio parcial


a) Embora a linguagem de Gênesis 6 a 9 seja universal, só o é para aquela parte do mundo que Noé observou na ocasião. Ele não fazia idéia da verdadeira extensão da terra. O trecho de Colossenses 1.6 também diz como o evangelho se espalhara pelo mundo inteiro, embora seja óbvio que isso indique o mundo que Paulo conhecia, e não toda a superfície do globo. Havia muitos outros povos, nos dias de Paulo, que ele jamais visitou.

b) A universalidade das histórias do dilúvio demonstra que estamos tratando com um gigantesco cataclismo terrestre, com dilúvios que ocorreram por toda a parte, como resultado desse cataclismo, mas não que as águas cobriram absolutamente toda a superfiície da terra. Quando os polos magnéticos se alteram, há inundações generalizadas, mas nem todas as terras emersas são cobertas. A história do dilúvio na China mostra que os chineses tinham conhecimento do dilúvio e sofreram com ele, mas a história chinesa também mostra que uma larga extensão de terra permaneceu intocada.

c) A destruição dos mamutes e outros animais, no Ártico, deu-se por congelamento e não por afogamento. Alguns tem sido recuperados em condições quase perfeitas, sem putrefação. Isso jamais poderia ter acontecido se eles tivessem morridos por afogamento.

d) Quantidade da água. Fatal à teoria o dilúvio universal é a observação de que a quantidade de água necessária para cobrir a face da terra até encobrir o monte Everest, o mais alto monte do planeta (figura ao lado), teria de ser seis vezes maior que atualmente existe na terra. Teria sido impossível haver chuvas assim abundantes, dentro do tempo determinado em Gênesis 7.12, quarenta dias e quarenta noites, incluindo os depósitos naturais de água na terra, para que isso pudesse suceder. Além disso, como tanta água ter-se-ia evaporado? Só se essa água estivesse perdida no espaço, o que sabemos que jamais acontece. Verdadeiramente, para que esse efeito fosse conseguido, teria de ter chovido durante vários anos, com água vinda do espaço exterior. Isso posto, teríamos de supor, em primeiro lugar, um suprimento sobrenatural de água, e, em segundo lugar, uma retirada sobrenatural de água, da face do planeta.

Para maiores informações aconselho a fazer uma visita a página http://www.biblia-ciencia.com/art/a-12-noe-diluvio-ciencia.htm, que traz dados matemáticos quanto a metragem cúbica de quantidade da águas existente na atmosfera, nos mares e na terra
 
e) O problema do Abrigo. O autor da narrativa bíblica parece que não fazia idéia do vasto número de animais existentes no mundo. Haveríamos de supor que Noé tomou consigo somente um par ou sete pares de cada espécie, e que, desde o dilúvio, todas as outras espécies desenvolveram-se? O número de espécies só de vermes e insetos deve ser de quinhentos mil, embora somente doze mil espécies tenham sido classificadas. Só de aranha há cerca de trinta mil espécies. Teria Noé abrigado somente um par de aranhas, do qual se desenvolveram todas as espécies de aracnídeos que atualmente existem? Há cerca de três mil espécies de batráquios, seis mil espécies de répteis, dez mil espécies de aves, cinco mil espécies de mamíferos. Somente um pequeno número representativo, de tidos esses seres vivos, reside na área da Mesopotâmia. Os animais levados para a arca, por Noé, teriam sido os dessa área.


f) O problema do recolhimento. Teria havido um ato sobrenatural de imensas proporções para recolher um ou três pares mais um de cada espécie animal no mundo, a fim de deixá-los convenientemente aos pés de Noé e seus familiares. No entanto, no relato de Gênesis não há nenhuma indicação da necessidade de alguma intervenção divina nessa tarefa. O autor sagrado simplesmente não toma consciência do problema que estaria envolvido em um dilúvio de proporções universais, nem mesmo alude a esse problema, porquanto o mundo que ele conhecia era uma minúscula fração do mundo inteiro. Não há menor indicação de que foi preciso o Senhor realizar uma série de milagres a fim de concretizar o que ocorreu por ocasião do dilúvio de Noé.

Veja mais: http://geografia-biblica.blogspot.com/search/label/Dil%C3%BAvio

Que Deus abençoe a todos

Soli Deo Gloria

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Mapas - Geografia Bíblica

MAPAS DE ISRAEL

ESTRADAS E CAMINHOS DE ISRAEL


PRINCIPAIS MONTES DE ISRAEL


MAPA DE ISRAEL

Geografia Bíblica - 15/05/2010 - Estradas e Caminhos de Israel

Estradas e Caminhos de Israel


Olá Irmãos, Graça e Paz.

Na ultima aula, o Prof. Carlos Akio, passou uma nova matéria: Estradas e Caminhos de Israel. Nesta aula, vamos falar de quatro principais Estradas. Sendo elas: Estrada da Costa, Estrada do Centro, Estrada do Leste e Via Maris.

A palavra estrada está registrada 10 vezes na A.T e 5 no N.T; caminho 782 e vereda 63. Estrada é larga e caminho é estreito. Mt 7.13 estabelece a diferença.
Pela posição geográfica de Israel, plantado no mundo antigo, entre as duas superpotencias da epoca: Egito no ocidente e Mesopotamia no levante; estas potencias disputavam a hegemonia do mundo, e lutavam. Israel era o caminho inevitavel para as grandes disputas.

VIA MARIS: Inicia em Acre ou Tolemaida e se dirigia até Damasco. Entrava em Israel pela ponte BENAT YA-QUB, ai sul do lago Hula. Passava proximo de Cafarnaum, e cruzava a planice de Genezare.
Uma parte desta famosa Via Maris era pavimentada e os romanos cobravam , pedagio (impostos) para os que transitavam, tanto de carros, como de cavalos ou vindantes.

ESTRADA DO CENTRO: Essa estrada na verdade eram duas. Ou uma estrada com uma bifurcação transformando-a em dois pontos. Em seu primeiro ponto saia de via maris, passando por Jerusalem, Belem, Hebrom até Gaza, alcançando a estrada da costa. Foi nesta parte que o Eunuco foi evangelizado por Felipe (At 8.26-40). Em seu segundo ponto saia de Hebrom, passando por Berseba e chagava a Eilate.

ESTRADA DA COSTA: Saia do Egito, seguia por uma região deserta cerca de 120Km e atingia o mediterrâneo na altura de Gaza. Continuava pela costa do mediterrâneo passando por Ascalom, Jamia, Jope, Cesareia, Tolemaida, Tiro e terminava em Sidom.
A primeira parte que partia do Egito e siguia até Gaza era conhecida como "Estrada dos Filisteus" (Ex 13.17). 

ESTRADA DO LESTE: Saindo de Jerusalem, cruzava o vale de Cedrom, subia o Monte das Oliveiras, descia até Jericó, atravessava o Jordão, subia os montes da Galaade passava por Filadélfia e continuava até Damasco.
Foi nesta tão importante estrada que Paulo teve um encontro com Cristo (At 9).

Que Deus continue abençoando a todos.

Soli Deo Gloria.

Turma do Primeiro Ano STBNET.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Geografia Bíblica - Carlos Akio - 17/04/2010

Geografia Bíblica - Carlos Akio - 17/04/2010

 

Olá Irmãos, Graça e Paz

Chegamos agora a um momento crucial na aula de Geografia Bíblica. No dia 17/04 teremos a primeira avaliação deste semestre, no qual irá abordar os assuntos: Fértil Crescente , Doze Tribos de Israel: [http://stbnet.blogspot.com/2010/03/resumo-da-aula-geografia-biblica-130310.html], Mapa de Israel [http://stbnet.blogspot.com/2010/03/resumo-da-aula-geografia-biblica-2003-e.html], e por fim o Mapa da Orografia de Israel (Os Montes), lição essa que segue abaixo.

Irmãos, abaixo segue o mapa feito em Pait, de forma simples para que todos possam aprender a desenhar o mesmo.

Obs.: Estarão descritas abaixo também algumas das informações que servirão de curiosidades ou para enriquecimento de seu conhecimento acerca da geografia. Porém o que de fato é "importante", está descrito no mapa.

 

Monte Sião:

Localizado na parte Leste de Jerusalém, o monte Sião ergue-se ali soberano e altivo. Com aproximadamente 800 metros de altitude, ao nível do Mediterrâneo, é a mais alta montanha da cidade Santa. Designa-o desta forma o profe­ta Joel: "E vós sabereis que eu sou o Senhor vosso Deus, que habito em Sião, o monte da minha santidade; e Jeru­salém será santidade; estranhos não passarão mais por ela" (Jl 3.17).

O Monte Sião era habitado pelos Jebuseus. Davi, en­tretanto, ao assumir o controle político-militar de Israel, resolveu desalojá-los. A partir de então, aquela singular elevação passou a ser a capital do Reino de Israel. Em vir­tude de sua posição privilegiada, era uma fortaleza natural para a cidade de Jerusalém.

Mais tarde, ordenou Davi fosse levada a arca da alian­ça a Sião. Por causa disso, o monte passou a ser considera­do santo pelos hebreus. Décadas mais tarde, com a remo­ção da sagrada urna ao Santo Templo, Sião passou a desig­nar, também, a área compreendida pela Casa do Senhor. E, não foi muito difícil a própria Jerusalém ser chamada por esse abençoado nome.

Monte Moriá:

Moriá é sinônimo de sacrifício e abnegação. Nesse monte, o patriarca Abraão passou a maior prova de sua carreira espiritual. Premido pelo Todo-poderoso, prepara­va-se para sacrificar seu filho, seu único filho Isaque, quando ouviu este brado: "Abraão, Abraão! E ele disse: Eis-me aqui. Então disse-lhe o anjo do Senhor: Não es­tendas a mão contra o moço, e não lhe faças nada; por­quanto agora sei que temes a Deus, e não me negaste o teu filho, o teu único" (Gn 22.11,12). Continua a narrativa: "Então levantou Abraão os seus olhos; e eis um carneiro detrás dele, travado pelas suas pontas num mato; e foi Abraão, e tomou o carneiro, e ofereceu-o em holocausto, em lugar de seu filho" (Gn 22.13).

Localizado a leste de Sião, e Monte Moriá tem uma altitude média de 800 metros ao nível do Mediterrâneo. De forma alongada, sua parte mais baixa era conhecida como Ofel. No tempo de Abraão, Moriá não designava propria­mente um monte, mas uma região.

Mil anos após a era patriarcal, Salomão construiu o Templo nessa elevação. A Casa do Senhor, entretanto, foi destruída por Nabucodonozor, em 587 a.C. Reconstruída no tempo de Esdras e Neemias, foi novamente destruída pelo general Tito, no ano 70 de nossa era. Atualmente, sobre esse monte, encontra-se a Mesquita de Ornar, um dos lugares mais sagrados para os muçulmanos.

O que significa Moriá? O professor Zev Vilnay, citado por Enéas Tognini, explica: "Os sábios de Israel pergunta­ram: - 'Por que este monte se chama Moriá?' - Porque vem da palavra 'Mora', que, em hebraico, significa temor. Desta montanha o temor de Deus percorreu a terra toda. Outra versão diz que vem de 'ora', que quer dizer luz, pois quando o Todo-poderoso ordenou: 'Haja luz', foi do Moriá que pela primeira vez brilhou a luz sobre a humanidade."

Hoje, Moriá poderia ser chamado "Montanha das Lá­grimas". Do Templo, restou apenas uma muralha na qual judeus de todo o mundo choram seu exílio e suas amargu­ras। O Muro das Lamentações é o último resquício da gló­ria passada de Israel.

Monte das Oliveiras:

O Monte das Oliveiras situa-se no setor oriental de Je­rusalém. O Vale do Cedrom separa-o do monte Moriá. Esse monte, denominado "Mons Viri Galilaei", compõe uma cordilheira, sem muita expressão, com aproximada­mente três quilômetros de comprimento.

Na parte ocidental do Monte das Oliveiras, fica o Jar­dim do Getsêmani. Nos dias do Antigo Testamento, essa sagrada elevação era coberta de oliveiras, vinhedos, figuei­ras e uma série de outras árvores frutíferas e ornamentais. A fertilidade dessa região é proverbial e secular, haja vista que, depois do exílio babilônico, a Festa dos Tabernáculos foi realizada com os ramos das árvores do Olivete.

No Jardim do Getsêmani, Jesus enfrentou um dos mais dolorosos momentos de seu ministério. Envolto na sombra da noite, clamou. Pressionado pelos nossos peca­dos, chorou. Ali, seu corpo foi esmagado por causa das nos­sas transgressões. 1.4 - Monte da Tentação

Logo após o seu batismo, foi Jesus levado a um monte, onde passou 40 dias. Em completo jejum por 40 dias, foi tentado pelo Diabo; teve fome depois de terminar o jejum e sofreu a solidão. Essa elevação, que serviu de claustro ao Salvador, é conhecida como o monte da Tentação.

Distante 20 quilômetros a leste de Jerusalém, esse monte fica a quase 1000 metros acima do nível do mar. Sua altura, contudo, não ultrapassa a 300 metros, por encon­trar-se no profundo terreno do vale do Jordão. Caracteriza­do por ingrata aridez, possui inúmeras cavernas, onde os monges refugiam-se para meditar.

Na realidade, as Sagradas Escrituras não declinam o nome do monte onde o Senhor foi tentado

Monte Ebal:

Do Ebal foram pronunciadas as maldições. Localiza­do no Norte de Nabus, seu solo é aridificado e com muitas escarpas. Tem 300 metros de altura e fica a mais de mil metros de altitude em relação ao Mar Mediterrâneo.

Jotão proclamou seu célebre apólogo do cume desse monte. E, dessa engenhosa maneira, incitou Israel a lutar contra o usurpador Alimeleque.

Tanto o Ebal, como o Gerizim, ocupam posição estra­tégica. Para se alcançar qualquer parte da Terra Santa, há de se passar, necessariamente, por ambos os montes "Ebal" significa, em hebraico, pedra.

Monte Gerizim:

Ao contrário do Ebal, o monte Gerizim é coberto por reconfortante vegetação. A altura dessa elevação é de 230 metros. Com relação ao nível do Mediterrâneo, está situa­do a 940 metros de altitude. Nesse monte, foram abertas muitas cisternas para captar águas da chuva.

Após o exílio babilônico, os samaritanos, instigados por Sambalá, construíram um templo sobre o Gerizim. Vi­savam tirar a glória do Templo reconstruído por Esdras e Neemias. Em 129 a.C, o lugar de adoração dos samarita­nos seria destruído por João Hircano.

Recentemente, Salcy descobriu reminiscências desse espúrio santuário. Conforme descreve esse laborioso ar­queólogo, o templo dos samaritanos era rico e suntuoso.

O Monte (gerizim, atualmente é conhecido como Jebel et-Tor. E. continua sendo o lugar de adoração dos samaritanos. Segundo dizem, foi nesse monte que Abraão pagou o dízimo a Melquisedeque.  

Monte Cornos de Hatim:

Localizado nas proximidades do mar da Galiléia, o monte Hatim compõe o chamado Cornos de Hatim. Sua altitude não ultrapassa os 180 metros. É um lugar bastante atrativo. De seu topo, pode-se avistar o Mar da Galiléia. Seus dois picos principais têm a aparência de chifres.

Acredita-se ter sido esse o monte, do qual Cristo pro­nunciou o célebre Sermão da Montanha. O Hatim é conhe­cido, de igual modo, como o Monte das bem-aventuranças.

Monte Nebo:

1- Um deus de Babilônia, Is 46.1. Supunha-se presidir as ciências e a literatura. Era o padroeiro dos mais importantes reis da Babilônia, cujos nomes incluiam o nome Nabu ou Nebo.  

2. Um monte de Moabe,Dt 32.49. O mais alto cume da serra de Pisga, e de onde Moisés viu a Terra da Promissão. Daí vê-se o monte Hermom no extremo norte, a região montanhosa de Efraim, o Carmelo, o mar Morto, o vale do Jordão, etc. O monte Nebo tem altura de 793 metros acima do nível do mar.  

3. Uma cidade de Moabe, perto do monte Nebo, Nm 32.3.

MONTE SINAI - Especificamente o monte "MUSA":

O Sinai constitui-se de uma península montanhosa, localizada entre os golfos de Suez e Acaba. Nessa região, Deus apareceu a Moisés e o comissionou a libertar Israel do jugo faraônico. Da sarça ardente, clamou o grande Jeo­vá: "Eu sou o que sou". Em frente a esse monte, ficaram os israelitas acampados por quase um ano. Nesse santo lugar, o Senhor entregou a Lei aos filhos de Israel (Êx 19 e Nm 10).

Conhecido também como Horebe, o monte Sinai ser­viu de refúgio a Elias. Nele, o profeta, o ardente profeta de Jeová, pôde esconder-se da perversa Jezabel. "Sinai", segundo os exegetas, significa sarça ardente, fendido ou rachado. Dizem alguns ser esse nome uma evo­cação a Sin, deusa da Lua. Nas Sagradas Escrituras, esse monte recebe três diferentes designações: Monte Sinai. Horebe e Monte de Deus.

Essa sagrada elevação tem uma forma triangular. Seus vértices superiores repousam nos territórios asiático e africano. Ao Leste, é banhada pelo Golfo de Acaba. Ao Ocidente, pelo Golfo de Suez. A área da Península do Si­nai mede 35.000-. Nessa região, podemos encontrar três zo­nas geológicas: Cretácea, Arenística e Granítica.

Apesar de aridificado, esse território tem os seus en­cantos particulares. Os montes erguem-se soberanos e alti­vos. Queimadas pelo Sol, as areias mostram-se multicolo-ridas. A vegetação é sobremodo escassa, tornando a sobre­vivência humana praticamente impossível. Os oásis são uma raridade. Em alguns locais, contudo, vislumbram-se verdes vales, em virtude da água, que provém da neve de alguns altos picos. Nesses lugares, os anacoretas encon­tram repouso e silêncio para a sua meditação.


1 - http://oseiasgeografo.blogspot.com

2 - Enciclopédia Biblica Linox SBB

segunda-feira, 29 de março de 2010

Resumo da Aula - Geografia Bíblica - 20/03 e 27/03

Geografia Bíblica - Carlos Akio - 20/03 e 27/03

Nas duas ultimas aulas de Geografia Bíblica, o Professor Carlos Akio, tratou e ensinou sobre o mapa de Israel. Matéria tão importante que o mesmo salientou em sala "...O aluno que não souber fazer o mapa de Israel, não poderá passar de ano...".

 

Irmãos, abaixo segue o mapa feito em Pait, de forma simples para que todos possam aprender a desenhar o mesmo.

Obs.: Estarão descritas abaixo também algumas das informações que servirão de curiosidades ou para enriquecimento de seu conhecimento acerca da geografia. Porém o que de fato é "importantes", está descrito no mapa.

 

 

Monte Hermom = Significa Hebraico (Montanha Sagrada). É a mais destacada e a mais linda montanha da Palestina ou Síria. Com altura de 2800 metros acima do nível do mar, seu cume está coberto de neve, enquanto a terra em redor fica queimando pelo sol do verão. Nesse monte nasce o rio mais importante de Israel, o rio Jordão. Esse monte chamava-se também Baal-Hermom [ Jz 3.3 ; I Cr 5.23

 

Rio Jordão = Significa em Hebraico (O que desce). Rio mundialmente reconhecido pelos eventos históricos. Elias dividiu milagrosamente as águas deste rio e passou a seco [2 Rs 2.8]. Elizeu o dividiu novamente [2 Rs 2.14], Naamã foi curado da lepra quando mergulhou sete vezes nas águas do Jordão [2 Rs 5.14], João Batista batizava no Jordão [Mt 3.5], porém o maior de todos foi o batismo de Jesus [Mt 3.16]. As águas do Jordão deságuam no mar Morto. Obs.: Esse é o único rio que se acha abaixo do nível do mar.

 

Lago de Meron = O lago de Meron, também é chamado de Lago Hula, e encontra-se a 68 metros acima do nível do mar.

 

Mar da Galileia = Esse grande lago é chamado de mar por sua grande extensão 26 x 10Km. Mt 4.18; 15.29; Mc 1.16; 7.31; Jo 6.1. Lago da Palestina atravessado pelo Jordão, a 212 metros abaixo do nível do mar. Sua profundidade máxima de 50 metros. Recebeu seu nome da terra ocidental, a província da Galiléia. Chamava-se, também, Quelerete, Nm 34.11; Dt 3.17; Js 13.27; 19.35; lago de Genesaré (Mt 14.34; Mc 6.53. Nome derivado de Quinerete, o antigo nome de uma cidade (Js 19.35) e de uma planície fértil adjacente ao mar da Galiléia, do lado ocidental. O lago de Genesaré, o mar da Galiléia, Lc 5.1.), Tiberiades (Jo 6.23. Uma cidade edificada por Herodes Antipas, que lhe deu o nome em honra do imperador Tibério. Ainda conserva vestígios da sua antiga grandeza. Situada na praia ocidental do mar da Galiléia, deu o seu nome ao mar, Jo 6.1, 23; 21.1.), Quinerete e Quinerote. Cercado de dez a doze cidades: Cafamaum, Mt 4.13; Magadá, Mt 15.39; Betsaida, Mc 6.45; Corazim, Lc 10.13; Gadara, Mc 5.1. Este lago é sujeito a grandes e repentinas tormentas causadas pela diferença entre a temperatura da superfície do lago e a dessas montanhas. Ver Mt 8.24. Jesus passou a maior parte do Seu ministério público na circunvizinhança deste lindo lago.

Mar Morto = Ez 47.8(R). Cha-ma-se Mar Salgado, Mar de Arabá, nas Escrituras. Adquiriu o nome Mar Mono, talvez, no século II A.D. Ver Mar Salgado.  O Mar Morto encontra-se 400 metros abaixo do nível do mar, contendo 26% de sal, quanto os oceanos contem apenas 4%. Sua extensão é de 78 x 18Km. Esse mar é tão salgado devido ao solo calcário, ele não deságua em lugar algum, porém um fenômeno natural devido a alta temperatura provoca evaporação mantendo assim o estado comum do mar.

Mar Mediterrâneo = Mar situado entre a Europa e a África. Comunica com o Oceano Atlântico pelo estreito de Gibraltar e com o Mar Vermelho pelo canal de Suez. A profundidade atinge 3.960 m. Tem comprimento de 3.700 km e uma superfície de cerca de 3 milhões de km². Formava o limite ocidental da Terra da Promissão. Assim o povo chamava-o simplesmente o mar, Nm 13.29; Jz 5.17; At 10.6; o Mar Grande, Js 9.1; 15.12; Ez 48. 28; o mar dos filisteus, Êx 23. 31; o mar ocidental, Dt 11.24; Jl 2.20. (O mar oriental refere-se ao mar Morto.) Jesus andou até o mar, ou perto, ao menos uma vez, Mc 7. 24. Refere-se ao Mediterrâneo várias vezes no relato das viagens do apóstolo Paulo. Cesaréia (At 9.30), Selêucia (At 13.4), Trôade (At 16.8), Cencréia (At 15.18), Ptolemaida (At 21.7), Tiro (At 21.3), Sidon (At 27.3), Siracusa (At 28.12), Poteoli (At 28.13), eram todos portos do Mediterrâneo.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Resumo da Aula - Geografia Bíblica - 13/03/10

Geografia Bíblica - Carlos Akio - 13/03/10

Olá Irmãos, Graça e Paz

Resumir a aula do professor Akio se torna tarefa fácil uma vez que o mesmo descreve o que de fato é importante, e o que é conteúdo de prova. Como ele mesmo diz: "Com Jesus só não vai pro céu quem não quer", "Com Akio, só reprova quem não vem na aula".

Após ter explicado o sentido do Fértil Crescente "Uma faixa de terra em formato semi-circular que vai de Ur dos Caldeus até o Egito".
Obs.: Porque chamamos essa faixa de terra de fértil? Pela quantidade de rios contida nela, sendo eles: Nilo, Jordão, Tigre e Eufrates.


O professor também passou outro assunto que ele atribuiu como um dos mais importantes. "As Doze Tribos de Israel"


Segue abaixo descrição da aula:

Gn 29.15-35 ; Gn 30. 1-24 ; Gn 35. 17-18

Lia              Zilpa                Raquel            Bilá

- Ruben       - Gade             - Jose             - Dã

- Simeão      - Aser              - Benjamim    - Nafitali

- Levi

- Juda

- Issacar                                   Total 13

- Zebulom

- Diná

Aqui nós encontramos um problema. Temos treze filhos de Jacó. Como Deus resolveu essa situação?

Em primeiro lugar devemos levar em conta que alguns dos filhos de Jacó não receberam parte nas terras, são eles?


  • Levi, por se tratar de uma tribo sacerdotal que trabalhava no templo [ Nm 14. 1-21 ]

  • Diná, por ser mulher. Levando em conta que a cultura da época não contava a mulher nem mesmo índice de população, quanto mais na distribuição de terras. "Porém agora em Jesus as mulheres são uma bênção" Carlos Akio

  • José, por ter sua bênção transferida a seus filhos Efraim e Manassés [ Gn 48. 5 ]
Deus resouvel deixar da seguinte forma:

Lia                    Zilpa                    Raquel                   Bilá

- Ruben            - Gade                 - Jose (x)               - Dã

- Simeão           - Aser                  - Benjamim            - Nafitali

- Levi (x)                                      - Efraim

- Juda                                           - Manassés

- Issacar                                                                   Total 12

- Zebulom

- Diná (x)

Obs.: Decorar os doze tribos de Israel "Lembrando que não haverá desculpas, uma vez que o camarada decora 12 jogadores escalados para seu time, também poderá decorar as doze tribos escolhidas por Deus" Carlos Akio
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Fotos: Geografia Bíblica

Pensamentos da Semana

  • "A Lei foi dada para que se implore a graça; a graça foi dada para que se observe a lei." (Agostinho de Hipona)
  • "Não estamos no evangelho da prosperidade, e sim no evangelho da pobreza, nós vivemos do que temos, não com o gostariamos de ter" (Enéas Tognini)
  • "Só usamos o termo "Calvinista" como apelido...A doutrina que chamamos de Calvinismo, é a mesma que encontramos nos escritos de Agostinho, que é a mesma dos escritos do Apóstolo Paulo, que é a mesma ensinada por Cristo...o Calvinismo é o evangelho e nada mais" (Charles Spurgeon)
  • Ao olhar-se no espelho de Romanos 3 verá que está descrito em termos nada louváveis à sua justiça própria, mas ali estará descrito como morto, guiado pelos espíritos malignos, distanciado de Deus, nas trevas, pecaminoso e condenado" (Elias Lopes)
  • “Não oraremos de uma maneira correta a menos que a preocupação por nossa própria salvação e zelo pela glória de Deus sejam inseparavelmente entrelaçados em nossos exercícios.” (João Calvino)